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Torcedor vermelho

Quando Baé pinta o sete no campo, pode ter certeza que a cor escolhida foi o vermelho. Torcedor-símbolo do América Futebol Clube, o América de Natal, ele respira futebol. Natural de Angicos, interior do Rio Grande do Norte, Erinaldo Rafael da Silva seria ignorado caso se apresentasse com o nome de batismo. Mas Baé não. Ele é sinônimo de festa e de sofrimento. A paixão pelas cores vermelha e branca começou muito cedo. Aos 7 anos ele já torcia pelo América por influência do pai e, em 1979, quando chegou em Natal com a família, o que era paixão virou devoção.

Como se corresse atrás de um sonho, Baé passou a trabalhar na sede social do clube em 1991 e, pouco tempo depois, já estava morando no mesmo ambiente que os jogadores de futebol que ele idolatrava. Em 1993, dividiu espaço com o recém-chegado Souza, hoje o maior ídolo da história do clube.

Baé não é um torcedor comum. Ao longo da vida, ele não pintou apenas o mundo de vermelho, mas a própria casa. Onde mora, tudo tem as cores do clube do coração. Aonde vai, a camisa vermelha está colada ao corpo. Os poucos que ainda não sabem quem ele é imaginam que se trata de um pagador de promessa.

Antes dos jogos do clube do coração o ritual é sempre o mesmo. Vestido de vermelho da cabeça aos pé, bandeira do Mecão em punho, Baé cruza o campo em disparada até a torcida americana.  Aplaudido de pé pelos torcedores, é como se marcasse vários gols numa partida só. A diferença para os demais companheiros de arquibancada acaba ali. Quando a bola rola no campo, todos se unem no mesmo sofrimento coletivo em favor do Mecão.

Serviço:

Baé, torcedor-símbolo do América-RN

Telefone: 8801-2043

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